Aderência técnica
A demanda precisa estar dentro do campo de atuação e ser formulável como objeto médico-pericial.
Governança e Compliance
Independência, conflito de interesses, minimização de dados, competência e comunicação responsável fazem parte do método de trabalho — não são elementos acessórios.

Antes do aceite
Independência técnica só é real quando aparece na triagem, no tratamento de dados, nos critérios de aceite e nos limites da atuação.
A demanda precisa estar dentro do campo de atuação e ser formulável como objeto médico-pericial.
Situações com potencial conflito ou incompatibilidade devem ser identificadas e avaliadas antes da formalização.
Quando a pergunta está mal delimitada ou a documentação é insuficiente, o escopo precisa ser ajustado antes de qualquer conclusão.
Dados de saúde só devem ser solicitados quando necessários à finalidade definida.
Informações sensíveis devem permanecer limitadas às pessoas autorizadas e envolvidas no escopo.
A análise deve permitir identificar quais elementos sustentam cada interpretação relevante.
Análise médica, decisão jurídica, decisão empresarial e decisão securitária permanecem papéis distintos.
Independência não é neutralidade diante da evidência. É compromisso com aquilo que a evidência permite sustentar.
Governança
O primeiro contato serve para compreender o contexto e verificar aderência antes de qualquer envio de documentação sensível.
O contato inicial pode ser feito sem documentos médicos sensíveis.